12/10/2009

Casa limpa, cachorro saudável!

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Deixe sua casa limpa e garanta ao seu cachorro uma saúde de ferro.

Prato e bebedouro – A regra é sempre servir água e comida frescas em tigelas limpas. A cada troca, lave-as com sabão neutro e água corrente para evitar a proliferação de fungos causados pela umidade do alimento.

Limpeza do chão – Deve ser frequente para que micro-organismos não se alastrem, possibilitando uma infecção daquelas – com diarreia e vômito no pacote. Mas atenção: não é recomendável usar qualquer produto de limpeza. Nas pet shops é possível encontrar desinfetantes específicos que previnem alergias nas mucosas e na pele do bicho se ele encostar na solução.

O banheiro animal – Hoje existem tapetes higiênicos que absorvem melhor a urina e as fezes do que o jornal. Alguns modelos ainda evitam que as patas do bicho entrem em contato com o material fisiológico. Por último, lembre-se: seu amigo não merece comer perto do local onde faz xixi. Mantenha o banheiro dele bem longe da comida.

Faxina nele
Um minirroteiro para afastar de mau hálito a doenças que levam à surdez

Dentes – Cuidar da saúde bucal do bicho três vezes por semana impede que as doenças periodontais ataquem a boca de seu cão, causando aquele bafo ou deixando-o banguela. Assim, mantenha a escova canina sempre a postos.

Banho – Um a cada 15 dias é o suficiente. No verão, a chuveirada uma vez por semana está liberada. ORELHAS – Seu veterinário pode recomendar produtos específicos para a higiene das orelhas. Esse hábito semanal afasta fungos e infecções que podem levar à surdez.

Pelo – Escová-lo diariamente dá brilho à pelagem, evita que os fios fiquem espalhados pelo chão e elimina os fios mortos que ainda não caíram e formam aqueles nós responsáveis pela coceira. Aproveite a sessão de beleza e aplique no pescoço e na pele do seu amigo remédios contra pulgas e carrapatos. A veterinária Fernanda Malatesta, da clínica Pró-Animal, em Santos, no litoral paulista, frisa que a atenção deve ser redobrada no verão, quando esses habitantes se proliferam com maior velocidade.

Fonte: Revista Saúde

10/10/2009

Viva Nossa Senhora Aparecida!

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A cada 12 de outubro, o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, a 188 km de São Paulo, é visitado por 200 mil católicos.
Os romeiros fazem fila em frente à imagem da padroeira do Brasil.

A estátua foi encontrada por pescadores no rio Paraíba do Sul, há quase 300 anos.
Há movimento no templo durante o ano inteiro, mas nada se compara à emoção de participar das festividades.

O dia da festa

No dia 12 de outubro, missas serão celebradas de hora em hora.
Quem não puder comparecer poderá assistir a cerimônia religiosa pela televisão.

A procissão solene começará às 16h, com a imagem da santa indo à frente da multidão.
Ela segue pela rampa do batizado até o palco da praça João Paulo II.

Após a procissão, haverá um show gratuito com o padre Fábio de Melo, além da queima de fogos.
Outras informações no site oficial: www.santuarionacional.com.br

A Basílica Velha

Vale conhecer a Basílica Velha de Nossa Senhora Aparecida (1846).
Da passarela de quase 400 metros que liga os dois templos, há uma vista linda da cidade.

De lá, dá pra ver detalhes arquitetônicos do santuário novo, como a grande cruz com uma abóbada no centro, o museu sacro (aberto das 8h às 16h30), o mirante e a sala das promessas.
No estacionamento do santuário, há uma praça de alimentação, várias lojas e um aquário.

Peregrinação a pé

Muita gente faz a romaria que leva até Aparecida a pé ou de bicicleta.
Os peregrinos usam uma rota conhecida como Caminho da Fé.
Ela começa em Águas da Prata, na divisa de São Paulo com Minas Gerais, e passa por 24 cidades.
Quem faz o roteiro completo caminhando leva cerca de 20 dias para chegar.
Os organizadores desse percurso, inspirado no Caminho de Santiago, na Espanha, cadastram os fiéis, que pagam pela inscrição.

Em troca, os romeiros recebem um "passaporte" e ganham descontos em pousadas e restaurantes.
Para formar grupos de viajantes, entre no site dos organizadores: www.caminhodafe.com.br

Fonte: Portal M de Mulher

08/10/2009

Um rio de lágrimas!

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Junte bastante água, jogue uma pitada de sal, um pouco — mas bem pouco mesmo — de muco e gordura.
Acrescente emoção a gosto.
Esses são os ingredientes básicos para quem quer lavar a alma.
Seja na tristeza ou na alegria, por estar irado com alguém ou orgulhoso de outrem, nessas situações e em muitas outras o melhor a fazer é mergulhar o espírito num pranto sincero.
Ir do marejar dos olhos ao transbordar em lágrimas faz com que nos sintamos mais leves.
Algo que a ciência já tem como certo: ao chorarmos, liberamos substâncias químicas que proporcionam a sensação de alívio quase imediato.
O efeito é desencadeado exclusivamente por cutucadas emocionais e não por estímulos físicos, como quando o globo ocular se irrita com aquela cebola cortada.

"As lágrimas provocadas pela emoção removem elementos acumulados nas horas de estresse.
Elas, literalmente, põem tudo para fora", diz o neurocientista Willian Frey, da Universidade de Minnesotta, nos Estados Unidos, autor de um estudo que revela como funciona essa ação calmante.
Fisgado pelos sentimentos, o cérebro fabrica certos neurotransmissores.
Esses compostos passam de um neurônio para outro avisando que as glândulas lacrimais precisam ser contraídas.
O choro começa.

"Quando entornamos a primeira gotícula, entra em cena a leucina-encefalina", ensina Frey. Como o nome entrega, esse mensageiro é produzido pelo encéfalo, a nossa massa cinzenta.
Ele tem a função específica de nos anestesiar se sentimos fortes dores e também nos deixa um tanto entorpecidos, na maior paz.
"A leucinaencefalina age como um ópio natural", descreve a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da extensão brasileira da International Stress Management Associantion — algo como Assossiação Internacional para o Gerenciamento do Estresse, numa tradução livre.
Outra substância que divide as atenções é a prolactina, hormônio produzido na glândula pituitária, no meio do cérebro, quando aumenta a tensão.
Com altas taxas de prolactina no organismo, as emoções ficam à flor da pele.
Aí, chorar funciona como uma válvula de escape que manda o excesso do hormônio embora.

Os tipos de choro

• Chorar de rir pode ser um indício de extrema felicidade ou de descontrole emocional. O rosto se expande e os músculos apertam as glândulas lacrimais.

• A média de duração do choro é de dois minutos. Mas chega a durar 15 o pranto compulsivo, aquele em que a pessoa soluça, emite sons e até sente dificuldade para respirar.

• Quando a tristeza é senhora, o rosto fica contraído e o choro é todo lamurioso. Em momentos de desalento, chorar escoa os sentimentos.

• Cerca de 73% dos homens sentem-se melhor depois de chorar. As mulheres ficam ainda mais satisfeitas, com um percentual de 85%.

• Chorar lágrimas de crocodilo é a expressão popular para designar o pranto falso. É que o réptil lacrimeja para manter os olhos umedecidos — e derrama ainda mais lágrimas quando abocanha a presa, por causa das contrações da mandíbula.

• O medo pode criar no organismo uma tensão à beira do insuportável. E, para aliviá-la, uma possibilidade éderramar lágrimas.

Homem não chora

A afirmação acima é machista e errônea.
Homem chora, sim.
Mas bem menos do que as mulheres.
"Elas caem no choro até quatro vezes mais", calcula Willian Frey.
"Uma das hipóteses da neurociência para a choradeira feminina é de que as mulheres a partir dos 16 anos fabricam 60% mais de prolactina do que eles."
Isso porque o hormônio tem outras atribuições, como preparar as mamas para, um dia, produzir leite. Aliados a essa diferença biológica estão os fatores culturais.
Em muitas sociedades ainda predomina a idéia de que chorar é coisa de menina.

A verdade é que chorar faz bem e, sem exageros, não tem contra-indicação.
Afinal, se os olhos são mesmo a janela da alma, nada melhor do que lhes dar um belo enxágue de vez em quando.

Não se reprima

Conter as lágrimas quando elas pedem para escorrer traz problemas de ordem psicológica.
"Armazenar sentimentos negativos e passar por cima das emoções, deixando-as guardadas, pode gerar um quadro grave de depressão", diz a psicóloga Junia Cicivizzo Ferreira, especialista em psicologia comportamental pela Universidade Federal de São Paulo.
Segundo ela, tudo pode começar com uma simples apatia, uma dificuldade para chorar.
E, aos poucos, as emoções contidas se somatizam em doenças.
"Pressão alta, úlcera e gastrite são comuns nesses casos", alerta Ana Maria Rossi.

Fonte: Revista Boa Forma


06/10/2009

Fofoqueiro, eu?!

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Não adianta negar: fofocar é, sim, prazeroso e, vamos combinar, um esporte que todo mundo pratica.
Levantamento realizado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, indica a predileção pelo assunto: a futrica está presente em pelo menos 65% das conversas (considerando-se qualquer tipo de conversa).
Falar da vida alheia é uma das formas mais comuns de tentar entender o comportamento humano, inclusive o próprio.
Por isso, é natural que as histórias se espalhem.

Fofoca do bem

A fofoca do bem, inofensiva, pode até ser benéfica para a carreira.
Fofocando, por exemplo, você pode se informar sobre o temperamento do chefe – e aprender a lidar melhor com ele – ou sobre projetos e oportunidades que lhe interessam.
É na maledicência que mora o perigo.
Veja a diferença: comentar que fulano foi transferido de departamento é uma coisa.
Já alimentar o boato de que isso rolou porque ele não seria competente...
Melhor não!

Diretor de recursos humanos do laboratório farmacêutico Bristol-Myers Squibb, Aníbal Calbucci conta que um funcionário do alto escalão da empresa, encarregado de mudar algumas pessoas de função, desagradou pessoas que não queriam ser transferidas e logo se espalhou a história de que ele seria amante de uma funcionária.
“Não tinha um pingo de verdade nisso”, diz Calbucci. “Mas o boato cresceu tanto que tive de orientar os diretores de área a pedir a seus subordinados que parassem com a fofoca.”

Questão de confiança

O que fazer se um comentário corrosivo como esse chegar até você? O melhor é abafar o caso.
“Boatos nunca devem ser passados para a frente, ainda mais se você não souber se veio de fonte segura”, diz o especialista em clima organizacional Arlindo Júnior, da empresa Soma.
Se a pessoa que acabou de falar mal da outra ainda pedir sua opinião, saia pela tangente, dizendo que não conhece bem o “protagonista”.
Lembre-se de que o colega de hoje pode ser o chefe de amanhã.
Quem a todo momento coloca em pauta histórias alheias cria a imagem de não ser confiável – você contaria algo seu para alguém que vive comentando dos outros?
Para ter confiança, seja confiável.

Quando se vira alvo da fofoca

Pior que espalhar uma fofoca é ser alvo dela.
E pode acontecer com todo mundo (acredite: há gente invejosa que inventa coisas).
Se os comentários sobre você forem leves, ignore-os.
Se o estrago for de tamanho médio, a discrição ainda é o melhor remédio.
Melhor não responder publicamente às provocações porque, se fizer algum pronunciamento, pode piorar as coisas chamando a atenção de quem nem sabia da fofoca.
Uma boa saída é procurar seu chefe e contar sua versão dos fatos.
Agora, se o boato tomou proporções que colocam em risco seu emprego, então, talvez seja o caso de se posicionar publicamente.
Depois de passar no RH, claro, e informar oficialmente a empresa sobre o caso.

Fonte: Revista Gloss
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